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As suas mensagens diretas não são um sistema de marcações

· 2 min de leitura

Uma mulher escreve uma mensagem no telemóvel

Quase todos os estúdios começam por receber marcações por mensagem direta, e no primeiro ano isso funciona mesmo. Não há nada de errado nisso. O problema é que um dia falha sem fazer barulho, e quando dá por isso já lhe custou dinheiro.

As três falhas

Dois clientes, a mesma hora. Combina uma hora numa conversa, entretanto tem um cliente para atender e combina a mesma hora noutra conversa. Ninguém fez nada de mal, e alguém vai ter de voltar para casa.

A marcação que se perdeu na conversa. A confirmação está numa conversa, debaixo de outras dezasseis mensagens. Tecnicamente existe, mas não está em nenhuma agenda.

Nenhuma visão da semana seguinte. Tente dizer de cabeça quantas horas livres tem na quinta-feira. Se para responder precisa de percorrer mensagens, não consegue planear, nem perceber quando está a perder dias sem dar por isso.

O que vale a pena manter

A tentação de passar tudo para um programa de uma só vez é um erro. O que faz funcionar as mensagens diretas merece ficar: os clientes falam consigo como se fala com uma pessoa, e nada se mete entre eles e a marcação.

Por isso, mantenha a conversa e passe para o sistema só o compromisso. Um link de marcação na bio fica com a parte que tem de ser exata, a hora, a pessoa e o sinal, e a conversa continua onde sempre esteve.

Como é quando funciona bem

  • O cliente escolhe uma hora que está mesmo livre, porque o sistema sabe quais estão.
  • Há menos faltas, porque sai um lembrete na véspera.
  • Recebe o sinal sem ter de o pedir por mensagem.
  • Ambos recebem uma confirmação que conseguem encontrar mais tarde.
  • Para ver como está a quinta-feira, abre a agenda em vez de percorrer conversas.

Nada disto torna o estúdio menos pessoal, só põe fim às perdas silenciosas. Quanto custa está na página de preços.

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